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Atualizado em: 13/04/2010 |
A quinta temporada de Criminal Minds deverá conter 23 episódios.
| # | Título: | Exibição original (EUA): |
No Brasil: | ||
| 01 | "Nameless, Faceless" | 23 setembro | 01 fevereiro | ||
| Para um primeiro episódio de temporada foi fraco, enquanto Emily está em busca de Hotchner que some após seu encontro como o Ceifador de Boston, o resto da equipe investiga o caso de um médico que tem seu filho ameaçado por um anônimo que matará desconhecidos aleatoriamente, até que ele (o médico) se submeta as suas solicitações. Investigação simples, na qual a elaboração de um perfil não foi diferencial, uma resolução de sudoku que a mente de Reid soube fazer com maestria. No horizonte já pode se vislumbrar uma possível crise de Hotchner depois de seu encontro quase mortal com seu maior algoz, sairia ele ao estilo Gideon, se entregaria a obsessão pela vingança, colocando tudo em risco, inclusive sua vida para encontrar The Ripper? Mania: L.C. – Living Children Depressão: Emily e Hotchner, juntos? |
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| 02 | "Haunted" | 30 setembro | 08 fevereiro | ||
| O que resta depois do trauma? O medo, a falta de respostas, a certeza da solidão. Questões sem respostas de uma mente que não passa de uma bomba em iminência de explodir, basta apertar o gatilho e BOOOOMM... Um passado que assombra deixa os anos de tortura como herança e traz novamente um amargor na boca, um pavor na pele que rejeita o toque e uma confusão da cabeça que pede sono eterno. Tudo renasce e é revivido, de novo e de novo e de novo, com toda a intensidade e dor acumuladas nos anos. No segundo capítulo dessa temporada, a equipe de profiles busca um esquizofrênico responsável por assassinatos em uma farmácia. É nesse caminho que eles acabam descobrindo que a mente do rapaz esconde mais segredos do que qualquer um pode imaginar, com passado aterrador um crime do passado também é desvendado. Triste como todo episódio de Criminal Minds, ele escancara a podridão na qual chegou à raça humana se é que podemos chamá-la assim. |
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| 03 | "Reckoner" | 07 outubro | 15 fevereiro | ||
| O que fazer quando tudo mais falha? O que sobra? Quando a venda da justiça é desatada e a balança não mais pende, rebola? Em "Reckoner", o Bureau vai a Long Island (terra natal de Rossi) investigar um serial killer, que mata e mutila as vítimas, que inicialmente, não possuem nenhuma relação aparente. Rossi aproveita e revisita um passado do qual gostaria de esquecer. Graças a um contato antigo dele na cidade, a equipe descobre que o responsável pelos crimes é um assassino de aluguel. Agora a missão é dupla: caçar o "hitman" e descobrir o seu mandante. Após um minucioso estudo, obra da dupla dinâmica Reid & Garcia, acaba-se descobrindo que o traço comum entre as vítimas (dois homens e uma mulher) é que em algum momento da vida elas foram processadas e absolvidas. Por trás dessa tentativa de corrigir o sistema, está um juiz movido por sua sede vingança. Episódio lento, que apesar do início assustador não envolve. Não sei se é porque foca em Rossi - o intruso -, ou porque acontecem demasiadas histórias ao mesmo tempo, a verdade é que não houve oportunidade de se empatizar com o juiz justiceiro. O caso foi resolvido diante de nossos olhos com uma rapidez que não nos permitiu pensar, entender nem refletir, nossa atenção ficou dispersa entre as várias tramas que tentavam se construir num mesmo episódio. No resto, Hotchner continua envolto em seu trauma e saudoso da família da qual abriu mão, sendo a única possibilidade de retorno: a captura do Ceifador. Quanto a série, parece haver dois caminhos a seguir: ou se enfoca mais questão do Reaper, a cada capítulo tentando construir uma narrativa sólida e interessante. Ou corre-se o risco de acontecer o mesmo que em The Mentalist: a “storyline” é mencionada apenas nos capítulos iniciais e finais, fazendo com que a série não encontre seu ritmo, ficando repetitiva e perdendo o fio da meada. Mania: Participação de William Sadler, melhor que ele, só Marlon Brando. Depressão: Conflitos do passado, do presente: o dito pelo não dito. |
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| 04 | "Hopeless" | 14 outubro | 22 fevereiro | ||
| Num mundo onde todos os limites foram ultrapassados e todos os valores distorcidos, vivemos um cenário de destruição. O que se vê é violência por todo lado, não mais restrita a grupos específicos: o tacape está nas mãos de qualquer um. "Violência gratuita" é o tema principal do quarto episódio de Criminal Minds. Assunto de estudos realizados há tempos, o comportamento em grupo, já foi tema de filmes e livros no século passado. A velha multidão que vira massa e adquire comportamento irascível. Proteção do anonimato ou só uma perda momentânea de consciência e senso de qualquer coisa comum? É o mais baixo que um ser humano que se diz civilizado pode chegar. Uma epidemia da sociedade moderna? Um vírus "mutacionado" e que tem a cara de qualquer um, as posses de qualquer um, a família de qualquer um. Nesse quarto episódio, o Bureau investiga chacinas brutais que acontecem com famílias em uma cidade do interior, cujos responsáveis são um grupo de jovens que fazem jus ao título do capítulo: Hopeless.
Mas onde estaria está esperança? Em busca dela, Srta. Barnes - a parente de uma dessas vítimas - vai procurar conforto e respostas e encontra Morgan. Confuso, diante de uma situação de estresse, na qual está sendo rigidamente cobrado por Hotchner e apesar de sua seriedade e profissionalismo sempre acima de qualquer suspeita, além de sua constante negação, ele parece estar envolvido. Não há nenhuma consumação, mas as nuances apontam para um romance, que já parece não agradar Penelope. Desconfio que depois da conversa com Strauss, Hotchner vai passar a placa de chefe para Morgan. Mania: de achar que é gente é civilizada. Depressão: não há espaço para romances em Criminal Minds. Quer o combo romance+morte? Vá assistir Titanic. |
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| 05 | "Cradle To Grave" | 21 outubro | 01 março | ||
| Mulheres capturadas, usadas como barriga de aluguel, depois de darem a luz são desovadas, descartadas e assassinadas. A objetalização do ser humano, do outro e da vida. Tal ato de crueldade se justificaria pela tentativa de se viver o sonho da maternidade? Combinação de um perverso e de uma doente terminal e infértil que submetida a agressões contínuas, perde o filho e após disso, se envolve em um acordo silencioso com o marido. Ele: seqüestra as moças e as usa para a realização de suas fantasias mais cruéis. Ela: seria salva da ira de seu cônjuge e de carona poderia rascunhar uma família da qual nunca poderia ser efetivamente autora. Qualquer criança fora da expectativa seria jogada aos leões e faria parte do sistema de adoção. Todos, objetos dentro da loucura de cada qual, ferramentas de gozo de seres que esqueceram quando começa o conceito de humanidade. Triste pensar que isso não acontece apenas em Criminal Minds... Episódio chocante e cruel que em seus segundos iniciais nos rendeu diante da televisão, mas que na seqüência foi apenas mais um caso, apesar das sacadas lógicas muito bem colocadas. Fomos reféns emocionais desse capítulo, que manipulados pelos segundos iniciais ficamos fiéis por todo o tempo que se seguiu. Strauss retorna do inferno, e no pé de Aaron, o obriga a passar a liderança da equipe a Morgan – como já era esperado. Agora sim ele vai poder esquematizar sua vingança contra o Ceifador. Preparem as armas, que o duelo se aproxima. Mania: um verdadeiro trabalho em equipe, cada um fez sua parte e o todo foi bem sucedido. Depressão: por que fazer de nós pobres telespectadores marionetes? |
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| 06 | "The Eyes Have It" | 04 novembro | 08 março | ||
| Agora sob nova direção, a de Morgan, a equipe investiga um serial killer que coleciona olhos. Assustador eu diria, bem padrão Criminal Minds de bizarrice. Enquanto isso, a relação do Morgan com a parente de uma vítima, herança do quarto episódio se mantem e intensifica, o amor está no ar. Se isso será uma barreira ética para o novo vôo de Morgan não sei, mas com certeza será origem de conflito com a Penélope, que há cerca de dois capítulos parece não conseguir mais esconder seus sentimentos por ele. Falando nisso, onde foi parar aquele namorado Nerd dela da temporada passada? Hotchner parece começar a gostar de não ser mais chefe e aproveitar sua liberdade para desobedecer as regras e tentar encontrar O Ceifador, seu arqui-inimigo. Quem me pareceu um pouco contrariada com essa grande mudança foi Prentiss, parece haver uma certa ironia e má vontade no ar, nada características da sua personagem, talvez seja resultado de seus sentimentos recolhidos por Hotchnner. Espero sinceramente que essa série não acabe virando um correio elegante. Ainda sobre o capítulo, a história foi água com açúcar apesar do detalhe um tanto quanto "creeppy". Nada muito além, até mesmo os detalhes do profile ficaram muito no talvez, pouca exploração da racionalidade e mais da habilidade manual. Prisão estilo Anjos da Lei, sem muita civilidade. Achei uma trama muito tacanha para um episódio de Criminal Minds, geralmente bom e às vezes muito minucioso. Parece que essa semana nada foi muito feliz no quesito séries, que volte o campeonato de beisebol. Depressão: Love Story não combina com Criminal Minds...tira-tira-tira. Mania: Zona da Diversão Secreta da Penélope, seu toque de irreverência sempre presente. |
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| 07 | "The Performer" | 11 novembro | 15 março | ||
| Após a superficialidade do episódio anterior, Criminal Minds se superou. "The Performer" já começou errado, ao invés de se focar na investigação, que é o que geralmente acontece, a trama se concentrou no possível assassino, tirando assim toda a nuance particular da série que é trabalhar a construção da mente do criminoso. Mas como sempre tudo pode piorar, a investigação de um suposto assassino vampirista não passou de jogada de marketing. Deus, o capitalismo se espalha como praga na plantação. Isso aí, nenhuma outra justificativa: apenas o dinheiro, não era trauma, medo, vingança, repetição ou revivência, era simplesmente uma mente mesquinha manipulando uma mente volúvel. Podemos dizer que o capítulo era sobre manipulação, manipulação da mente mais fraca, nada além. Diferente disso, um pequeno incidente com J.J. mas sem complicações, Penelope em uma roupa super escandalosa, Dereck tomando postura de chefe e Prentiss sempre achando tudo assustador - taí uma coisa interessante, já que há que se dizer que quando começamos a nos acostumar com a miséria humana é o momento em que deixamos de ser humanos. Mania: nada a elogiar. Depressão: o que era o semi popstar - marylin manson - heath ledger curinga com o slash na banda?
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| 08 | "Outfoxed" | 18 novembro | 22 março | ||
| Esse episódio me deu sono. Tentei assistí-lo por mais de 3 vezes e só terminei na quinta. Lento, arrastado e sem muito próposito. Parece que tentaram costurar uma história na outra e ficou tudo um quebra-cabeça sem pé nem cabeça. Qual o tema central ha história? A investigação do assassinato ritualístico de famílias? O remember do Caso Fox, dilemas profissionais de Prentiss??? Na verdade toda essa confusão parece ter um único objetivo: ressucitar The Boston Riper na história e colocar um pouco de nóia na cabeça não tão paranoíca de Hotchnner. Um episódio polêmico, a quem diga que adorou o jogo psicólogico entre Prentiss e Fox, outros dirão que a novidade da vez é o fato da assassina ser mulher, mas nada disso me conquistou, é que os últimos capítulos me parecem comprovar, é que Criminal Minds é mau sucedido quando tenta criar mais de um enredo dentro do mesmo capítulo, em casos assim, sempre um lado perde e ultimamente, tudo que vejo, são investigações pouco costuradas e com temas fracos e eventualmente uma tentativa de crítica política, social ou ideológica que passa batida na falta de conteúdo. Algo ainda me intriga, qual o real objetivo desse constante resgate ao passado, ainda não percebi qual a real intenção, mas a verdade é que O Ceifador foi novamente ressucitado e o próximo capítulo promete, afinal será o de número de 100, como o próprio título diz. Talvez todo esse "revival" tenha sido construído para desembocar exatamente nesse capítulo, vamos aguardar - mas há um prenúncio de que teremos baixas nessa temporada.
Mania: O clima de tensão no ar. Depressão: O gigantesco ego de Fox me entediou. |
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| 09 | "100" | 25 novembro | 29 março | ||
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| 10 | "The Slave of Duty" | 09 dezembro | 05 abril | ||
| No traçado da série, Aaron e o pequeno Jack se despedem de Haley e fazem seu luto. Entretanto, como criminosos não respeitam o alheio, a equipe (sem Hotchner) vai a Nashville, ver o show de Chitãozinho e Xororó. Ironias a parte, na trama do episódio há uma tentativa de construir contextos paradoxais, de um lado Hotchner sofre com sua perda e tenta reconstruir sua vida, enquanto o unsub transfere sua dor e revolta em direção ao outro. Um capítulo dentro da normalidade, não seria por alguns excessos pouco característicos da série: a rápida decisão de Aaron em continuar no Bureau a despeito da proposta irrecusável de Strauss e a reação nada profissional de Prentiss durante a prisão do criminoso – identificação ou traumas do passado – cenas dos próximos capítulos. Apenas a comentar a mudança de postura de Morgan depois da liderança - situação que deve mudar nos próximos capítulos - e um possível futuro romance entre Hotchner e Prentiss já preconizado nos capítulos anteriores ao recesso. Para onde iremos?
Mania: Escravos do dever, quem? Eu, ele ou você? Depressão: tia disposta a ajudar na criação de Jack, permitindo que Aaron retorne ao seu trabalho, nossa que sorte né !!! |
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| 11 | "Retaliation" | 16 dezembro | 12 abril | ||
| Continuando a estagnação do episódio anterior, esse deveria se chamar: "Bad Hair Day" - um péssimo dia na vida de Prentiss. Tudo deu errado, o criminoso que estava sob sua custódia fugiu, o policial seu parceiro morreu diante de seus olhos, ela mata o unsub tendo só ele o conhecimento da família seqüestrada e ainda por cima protagoniza uma das cenas mais risíveis da série, uma entrevista cognitiva muito irreal e forçada... capaz de colocar sob questionamento a eficiência da técnica. A investigação apesar de interessante não me agradou, achei toda a investigação muito mirabolamente, fiquei com a impressão de que se analisado mais minuciosamente seria possível encontrar lacunas na história. Exemplo: após o acidente de carro, Prentiss sai atirando para todos os lados e acertando (!!!!!). Muitas cenas de ação, um pouco de mistério, atores conhecidos, uma fórmula com potencial para agradar, mas nenhum arrombo de genialidade ou lógica, apenas uma investigação ao estilo "Anjos da Lei". Apesar de episódios assim, Criminal Minds ainda tem uma cota mais que razoável de conivência minha. Essa temporada até agora está sendo inferior as anteriores, parece haver um conflito em discorrer paralelamente sobre a investigação e a vida pessoal dos agentes.
Depressão: qual o propósito da câmera lenta ao final do episódio, criar clima para quê? Mania:
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| 12 | "The Uncanny Valley" | 13 janeiro | 19 abril | ||
| Uma receita perfeita feita com a inteligência de Reid e a liderança de Hotchner, mas de embrulhar o estômago. Desconcertante e impactante a história bem embasada da coleção de bonecas humanas, traz ao telespectador uma mistura de asco e assombro. Esse episódio retrata dois opostos: a natureza humana em seu aspecto mais cruel e nocivo quando revisita o passado da criminosa e a humanidade ainda intacta de Reid ao lidar com a unsub, comportamento tão diferente do que Prentiss, apresentou recentemente.
Depressão: pós episódio. Mania: Coerência de sobra. |
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| 13 | "Risky Business" | 20 janeiro | 26 abril | ||
| Para baixo e avante. Depois de um episódio que retratou bem, o objetivo e a fórmula Criminal Minds, temos um episódio fraco e de pouquíssimo apelo. A resolução do caso usou mais adivinhação do que lógica, seria obra de para Patrick Jane? Suicídio coletivo, adolescentes e a síndrome de Munchausen por procuração, e a péssima atuação de A. J. Cook, que parece estar se enfraquecendo a cada episódio, seria este uma construção de problemática para o futuro ou só um esgotamento da atriz. A questão é que tanto o comportamento da personagem quanto a atuação da atriz comprometeram significativamente a qualidade do capítulo.
Depressão: Qual foi a identificação de J.J. com a investigação? Mania: Penélope fez a diferença. |
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| 14 | "Parasite" | 03 fevereiro | 03 maio | ||
| Uau, diferente, interessante e cenário de uma atuação estupenda de Reid. A despeito do excesso de competência de Penélope que às vezes me faz questionar a factualidade da série, esse episódio inova e traz todo um contexto diferente. Criminoso do colarinho branco, que tem uma quebra de identidade e se perde em meio as suas mentiras, colocando suas vítimas e principalmente sua família em perigo. Um episódio muito crítico e reflexivo no que diz respeito à relação ter e ser. "If I am what I have and if I lose what I have, who then am I?" (Erich Fromm)
Depressão: It's always about the money. Mania: "Oh! what a tangled web we weave, when first we practice to deceive!" (Sir Walter Scott) Lembranças a Agente Reyes. |
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| 15 | "Public Enemy" | 10 fevereiro | 10 maio | ||
| Seria o motivo de tanta carnificina e sangue uma clássica disputa egoíca entre pai e filho levada às últimas conseqüências? Com toques de filme B, esse episódio passou batido, a argumentação do motivo pelo qual o unsub marcava locais públicos e se regozijava com o sofrimento alheio foram pouco convincentes. Produto das grandes tragédias esse suspeito, pareceu saído de um daqueles capítulos creepy de Arquivo X – cadê a agente Reyes quando se precisa dela? Numa guinada ocasionada pelo carisma sincero da viúva interpretada por Sprague Grayden, o episódio de tornou mais uma retratação do processo de luto de uma família vitimada do que da caça ao suspeito. A série continua intercalando excelentes capítulos com outros nem tão bons e alguns bem ruins. Novamente a atuação de J.J. deixou a desejar, que tal tirar ela de foco.
Depressão: o que acontece com J.J.? Mania: Hotch: There are lots of ways sons defeat their fathers. Reid: I just keep getting PhD's. |
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| 16 | "Mosley Lane" | 03 março | 17 maio | ||
| Para quem pensava que Matthew Gray Gubler já tinha dado seu melhor como Dr. Reid, ao assistir esse episódio, vai se surpreender. Estréia do ator por detrás das câmeras, Mosley Lane traz uma história arrepiante, mas com final feliz. Sensível e eletrizante, a visão do ator apelou para a emoção e dispensou as tão características cenas de violência gratuita. Crianças roubadas, trancafiadas, abandonadas, sacrificadas, meu calcanhar de aquiles. É Criminal Minds em sua vertente mais crua, com sua força motivadora: a busca por um eventual final feliz. Um episódio sobre as vítimas, as famílias, as saudades e esperança. Esse episódio pega pelos detalhes: cenário, interação e diálogos. Mas peca quando não deixa claro, as motivações dos criminosos. Talvez estejamos mal acostumados a sempre entender as motivações alheias, porque nos vem tudo explicado num perfil trabalhado. Mas o que importa nesse capítulo é se envolver com a história e nada mais, se entregar às emoções, chorar com as perdas e sorrir com a felicidade alheia.
Depressão: "Hope is the worst of evils, for it prolongs the torment of man." (Nietzche) Mania: "Hope is the thing with feathers, that perches in the soul, and sings the tune without words, and never stops at all." (Emily Dickinson) |
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| 17 | "Solitary Man" | 10 março | 24 maio | ||
| Perdidos entre nossos traumas e sonhos, somos atores solitários no monólogo da vida. O limiar entre a fantasia e a realidade é uma fina linha que somente suporta o que nossa sanidade permitir. Escondidos no quarto do pânico, escapamos da realidade recobertos pelo manto rosa da fantasia, que torna nossas memórias, traumas e frustrações mais suportáveis. Em um conto de fadas macabro, presenciamos um episódio normal sem novidades e inconstante, como tem sido toda a temporada, sinais de cansaço de alguém que já não tem muito a dizer. A tentativa de desenvolver um laço emocional com o telespectador não vingou, o ambiente tétrico e a pequena órfã se apagaram diante de um excesso de fantasia e falta de coesão. Just an ordinary one! O próximo episódio promete: Forest Whitaker e tudo mais! Nesse só valeu pelo cliffhanger para os próximos capítulos.
Mania: Essa temporada é de Prentiss, entre faltas e excessos, ela sempre brilha. Depressão: As conclusões de Rossi são uma ofensa a inteligência do telespectador – ele não serve para estar na equipe. Há outros personagens sub-aproveitados na trama. |
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| 18 | "The Fight" | 07 abril | 31 maio | ||
| Como diria meu professor de culinária indiana: no pegô !!! Esse episódio, para mim, não funcionou, muita coisa mal costurada que acabou virando em nada. Apresentando a equipe do novo spin-off, temos uma história total carnificina, super populacionada de personagens que tentam se repetir no estereótipo. Liderado pelo personagem de Cooper (Forest Whitaker) e seus rebeldes, faltou química e interação para todos os lados. Tive a nítida impressão de que os atores originais da série ficaram deslocados com o novo elenco copiado em cena – foi uma crise existencial coletiva, com exceção de Prentiss que apesar da invasão conseguiu segurar as pontas e tocar o horror como sempre. Hotch era só sorrisos, Derek esqueceu de acordar, Penelope ficou trancafiada no escritório, J.J. para o bem coletivo disse apenas uma frase ao final do episódio e Reid não abriu a boca, enquanto a sua cópia paraguaia – a psicopata gata de House - tentava entretener o público, com seus dotes mais físicos do que intelectuais. Um mistério tenta ser construído entorno da nova equipe, mas nada convence quando estanca na falta de carisma dos personagens, ou no excesso de expressão de Whitaker. Espero que a presença dos invasores não se repita, que eles retornem apenas em outubro na chamada Minds 2.0. A trama já era ruim - muita ação e pouco cérebro - mas graças às participações especiais foi uma tragédia. Tudo bem que sou avessa a mudanças, mas chega de novidades, a troca de Gideon por Rossi já foi "cagada" suficiente, melhor pararmos por aqui.
Mania: Viva a mira do novato !!! Depressão: Chega de unsubs suicídas. |
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| 19 | "Rite of Passage" | 14 abril | 07 junho | ||
| 20 | "... A Thousand Words" | 05 maio | 14 junho | ||
| 21 | "Exit Wounds" | 12 maio | 21 junho | ||
| 22 | "The Internet Is Forever" | 19 maio | 28 junho | ||
| 23 | "Our Darkest Hour" | 26 maio | 05 julho | ||
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