Tenho dito. |
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Publicado em: 15/04/2010 |
No pleonasmo do imperialismo, pai e filho se encontram e do terceiro filho sangrento, fazem um Império, que sustentado de fumaça e plástico caminha para banca rota, enquanto dá as minorias um voto de confiança ou uma chance para ser a culpa.
No discurso da rua a verdade se basta, e na manifestação tacanha de um anônimo a informação se passa na simplicidade do não escrito, porém mais que entendido.
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