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The Mentalist: 2ª temporada
Elisa e Salsicha.
Atualizado em: 15/09/2010

A segunda temporada de The Mentalist contém 23 episódios.

#   Título: Exibição original
(EUA):
No Brasil:
01 "Redemption" 24 setembro 26 outubro
O primeiro episódio da segunda temporada da Série “The Mentalist”, finalmente saiu. A espera de quase três meses foi recompensada. Ao que parece, essa Nova Temporada promete!!!
Patrick Jane continua como sempre, seguro de si, manipulador, insistente, e com um só objetivo descobrir: quem é o culpado. Ele tem prazer em fazer isso, e é isso é o diferencial da série.
A equipe de Lisbon foi afastada do caso do Red John, e é claro que o Patrick foi responsabilizado por isso.
A dupla Lisbon e Patrick já começam em total sincronia. Patrick faz charme e ameaça deixar a equipe, mas a verdade é que o trabalho é tudo que restou. Será que a equipe conseguirá resolver os casos sem ele?
Os admiradores de “The Mentalist” fiquem atentos, a nova temporada está no ar.
Com seus "dotes psíquicos" mais que afiados, Patrick Jane volta para terminar o que deixou em aberto. Com um início muito similar ao da temporada passada, o capítulo que poderia ser melhor intitulado de "Do you know Miles Thorsen?", mostra um personagem mais maduro, quase amargo, e menos dado a efeitos pirotécnicos.
A narrativa voltou mais sólida, coerente e menos fantasiosa com pitadas de ironia e comédia que só podiam vir da mente frenética do nosso Mentalista. Uma temporada que promete ser interessante, mas fica a pergunta: o que será feito do tal caso Red John, resolvê-lo não seria o primeiro indício do final da série ou quem sabe o início de uma reviravolta de uma série sem muitas expectativas, mas que obteve um sucesso inesperado?
02 "The Scarlet Letter" 01 outubro 02 novembro
Com uma abertura nova, em pleno segundo episódio da temporada - alguém me explica isso-, The Mentalist traz outro episódio de qualidade. Muito bem estruturado, apesar do enredo clichê (a história da assistente de Senadora assassinada e amante de alguém do alto escalão), a resolução do caso foi de quebrar a cabeça, mas confesso que pela primeira vez consegui juntar todas as pistas e percepções de Patrick antes dele elucidar o caso – acho que meus neurônios resolveram funcionar –; fiquei exultante. Só para não variar, foi uma atuação sobrenatural (não é um trocadilho) do nosso protagonista. Sua cabeça é uma máquina caótica de idéias e resolução de casos. Lisbon continua fazendo sempre as mesmas perguntas, apesar de já ser possível perceber em seu comportamento as influências de Patrick Jane. Os personagens "periféricos" começam a ganhar mais espaço na trama, o que prenuncia uma longa vida a história de Patrick em busca de sua vingança. Falando nisso, o caso de Red John realmente não é mais da conta da equipe de Lisbon, mas Patrick não deixa barato e usa de suas artimanhas para se manter informado.Duas coisas ainda me causam dúvidas: qual o objetivo de mostrar a cena de Lisbon no aconselhamento psicológico? Viriam daí revelações interessantes para costurar outros enredos à trama principal? E por que o nome do capítulo é "The Scarlet Letter"? Eu não era muito fã , mas confesso que a cada novo episódio estou sendo seduzida pela inteligência e criatividade que passam longe do fantasismo apresentado na primeira temporada. A cena da confissão do morto – a mais bizarra que já vi – foi imbatível, me conquistou. Agora é esperar "Red Badge" – sempre o vermelho.
Dinovo: Elvis não morreu, continua vivo sob o sofá de Patrick.
Nuncamais: A maquiagem da Van Pelt forçada.
O segundo episódio de "O Mentalista", veio recheado de novidades. A primeira delas é a abertura que está de cara nova, se bem, que prefiro a antiga.
"The Scarlet Letter" trouxe como novidade ao enredo de praxe, a atuação de uma personagem que teve o objetivo de prejudicar a investigação, mas teve sua tentativa frustada e foi desmascarado, acabando morto, claro, graças a perspicácia Dele - Patrick Jane.
O desfecho traz a cena mais impressionante do espisódio, o uso de um defunto para promover a confissão da culpada pelo crime.
03 "Red Badge" 08 outubro 09 novembro
Melhor episódio da série até agora, "Red Badge" se diferencia dos outros porque foge do comum. Não centraliza a trama em Jane, se transfere para Lisbon, e seu passado; questões que já vinham sendo citadas nos capítulos anteriores.
A investigação trata do assassinato de um pedófilo preso por Lisbon quando ainda era apenas uma policial iniciante. Seus sinais de desequilibro mental somado a suspeita de um pai pedófilo e a reprovação no Polígrafo tendem a balança da culpa para o lado da agente.
Muito bem costurada e com um final surpreendente, a trama coloca Lisbon no centro de uma conspiração que objetiva a sua desmoralização como agente da lei. Enredo bem construído, confesso que esperava que o passado dela fosse melhor explorado.
A série em maior parte dos capítulos parece estagnada, sem uma linha de história forte, se segurando apenas em capítulos únicos e cada vez menos inteligentes, salvo este, raridade.
O que será feito do caso de Red John? A única tentativa de criar uma "storyline" entre os episódios?



Dinovo: Interpretação de Tunney no capítulo é preciosa.
Nuncamais: Capítulo sem ressalvas.
04 "Red Menace" 15 outubro 16 novembro
Fórmula definida: crime + principal suspeito + evidências + farsa tramada por Jane + ingenuidade = resolução do caso + frustração do telespectador.
É isso aí, de mais de 25 capítulos, salvam uns três, no resto é mais ou menos isso. Onde está a história? Os dados? E as reais evidências? Quero ver pistas concretas, explicações, lógica. Chega de adivinhações armações e obviedades!
No começo, confesso que até fiquei entusiasmada quando comecei a descobrir quem era o culpado antes do desfecho do episódio, agora percebo que isso era indício de REPETIÇÃO.
Em “Red Menace” essa fórmula ultrapassou o limite: a resolução do assassinato do advogado “colarinho branco” foi possível graças à confissão do suspeito arrependido? Faltou só o confessionário e o padre – aff!
Apesar das histórias serem bem construídas e os diálogos bem cuidados a série começa a se perder entre o que ela queria ser, e no que vai virar.
Uma coisa chamou minha atenção, não entendi o comportamento vingativo de Patrick no final do capítulo, nenhum padrão nisso, mas qual será realmente o padrão Jane? Seus reais interesses e intenções?

05 "Red Scare" 29 outubro 23 novembro
De policiais a enganadores com porte de arma. A quem diga que o ambiente influencia diretamente o comportamento dos indivíduos. The Mentalist é prova concreta disso.
Após quase uma temporada e meia na convivência de Jane, a equipe da CBI começa a se corromper e fazer uso dos estratagemas de Patrick antes tão criticados e reprovados pela Chefe Teresa "Quadradinha" Lisbon.
No quinto capítulo da temporada a equipe investiga um assassinato ou suicídio em uma casa supostamente assombrada. Crendice, folclore ou fantasia, não há ilusão que o método de investigação Jane não mande pelo ralo. Só que dessa vez, ele contou com a aprovação e atuação de Lisbon que pelo visto pegou gosto pela coisa.
O amor está no ar, Rigby se declara e Van Pelt não foge da raia, vamos ver se tem futuro. Acho difícil, há pouca química entre o casal, apesar da atuação sempre impecável de Owain Yeoman.
Red John anda sumido no mapa, talvez matutando seu próximo crime que, desconfio, será contra Bosco. Tudo indica que Red John é homem, certo? Mas e se ele fosse uma mulher?



Dinovo: Bem bolado entre Jane e Lisbon, sobra cara de pau.
Nuncamais: Capítulo com enredo clichê saído de um livro de Agatha Christie, a culpa só não foi do mordomo porque não havia um.
06 "Black Gold and Red Blood" 05 novembro 30 novembro
  Xadrez, malandro! E Jane na prisão é um perigo. Para seu topete loiro, não, para seus companheiros de cela. Tendo sua escuta - da sala de Bosco - descoberta, é para lá de Patrick vai. E é de lá, que ele manipula toda a investigação do episódio. Chato, muito chato!!! Uma disputa de terra, briga de família, nada a acrescentar.
De relevante só Lisbon e seu questionamento em fazer uso ou não, da sua influência pessoal sobre Bosco para tirar Patrick da cadeia.
E no final ela cede, e nós descobrimos um tórrido romance escondido no passado.


DiNovo: a interpretação de Simon Baker salva o capítulo.
NuncaMais: investiguemos e deixemos Jane na prisão que dá mais enredo.
07 "Red Bulls" 12 novembro 07 dezembro
  Outro episódio fraco, nada de novo com relação à trama central - Red John. O que temos é um caso de sequestro no qual a duas equipes (Lisbon e Bosco) devem trabalhar em parceria. Apesar dos nervos à flor da pele e as relações desgastadas, em decorrência do que aconteceu no último capítulo, tudo acaba bem.
Uma tentativa fraca de criar algum identificação do telespectador com Bosco, provavelmente pela sua morte futura.
Seria The Mentalist uma série policial? Acho que não, é um série sobre Patrick Jane e seu talentoso intérprete Simon Baker. Até mesmo o talento de Lisbon após o boom do início de temporada, anda sendo mal explorado.



DiNovo: a interpretação de Simon Baker salva o capítulo.
NuncaMais: love story, tô fora!!!
08 "His Red Right Hand" 19 novembro 14 dezembro
Red John toca o horror, seu retorno trouxe vida e morte ao oitavo episódio. Foram corpos para todos os lados, num total de seis. A equipe de Bosco foi cruelmente executada, mas Bosco sobrevive "mais" que os outros e protagoniza uma das melhores cenas da série.
Havia uma agente dupla dentro da CBI - "uma mão direita sangrenta" - responsável pelo assassinato dos agentes e o roubo do corpo que continha o DNA de Red John, a secretária de Bosco: Rebecca.
O fato é que o previsível aconteceu e eu continuo a afirmar que Red John deve ser de dentro da polícia ou ter algum cargo no alto escalão. Somente alguém com tamanha influência poderia interferir e se infiltrar em tantos níveis de uma investigação.
A verdade é só uma: essa trama deverá ser muito bem costurada, pois dela depende o futuro da série que se apóia em apenas um personagem, que não é seu protagonista – Patrick Jane – e sim Red John, um personagem sem face.



Dinovo: "We go into dark, horrible places, alone and afraid, and we do it with no money, with broken-down vehicles and with computers that have more viruses than a $10 whore." – discurso impecável de Minelli na despedida de Gregory Itzin da série.
Nuncamais: "Eu tenho medo" do excesso de hiper dooper saídas espetaculares, queima de arquivos e assassinatos super mirabolantes de Red John – apesar dessa vida louca vida, alguma coerência ainda é necessária.
09 "A Price Above Rubies" 10 dezembro 11 janeiro
Após o frenesi do episódio anterior, The Mentalist volta de ressaca e com sua antiga fórmula do crime+arapucas de Jane=prisão. De volta a mesmice, a equipe investiga um roubo com tentativa de homicídio em uma famosa joalheria. História razoável, monótona, nada envolvente, um dos episódios mais fracos de uma temporada que já passou da linha do "deixar a desejar".
Novamente, Jane fez um trambique muito do picareta e o bandido ganancioso, arrogante e burro se denunciou. Não há muito a se falar, nenhum raciocínio espantoso, nem nada muito relevante para história principal, apenas uma certa leveza que bruscamente se opôs ao episódio anterior.
Continua a interrogação sobre o futuro da série. A cada episódio fica mais claro que a fórmula dos episódios não se sustenta e que ainda salva a série é o mistério de Red John, que em algum momento terá que ser desvendado.
É preciso realizar mudanças, adicionar outro viés à trama, de modo a evitar que todo o talento desse elenco não fique no ar apenas duas temporadas.



Dinovo: Jane se passando por marido de Lisbon na Clínica de Reabilitação – muito bom !
Nuncamais: é preciso rever o conceito !
10 "Throwing Fire" 17 dezembro 18 janeiro
O passado de Jane, o desconhecido que aponta para luz. Do resto o mundo do beisebol e das falsificações. A inteligência de Jane é a única coisa que de fato se sobressai, além é claro de seu topete loiro.
Talvez as revelações sobre o passado de Jane e sua figura paterna tenham outros desdobramentos nos próximos capítulos – quem sabe não seria em certo sentido a explicação da identidade de Red John?

DiNovo: Eu quero uma bola de beisebol mágica.
NuncaMais: Personagens mais densos, ainda há uma esperança.
11 "Rose-Colored Glasses" 14 janeiro 08 fevereiro
Um episódio bom, considerando a temporada tão irregular. Ainda não entendo como a série mantém seus altos números de audiência, mesmo com essa fórmula fraca e batida, inteligência dos roteiristas que enrolam o desfecho de Red John o quanto podem.
Duplo assassinado e é dada a partida no ágil e inverossímil raciocínio de Jane. Temática americana, festa de formando da High School, aquela falsidade toda e competição para ver quem se deu melhor na vida.
E como era de se esperar, tudo gira em torno de bullying. Em um trambique muito bem armado, com direito a chantagem e tudo, nossa equipe acaba descobrindo que o motivo da morte era queima de arquivo por chantagem.
Além disso, o enredo em paralelo continua sendo o relacionamento de Rigsby e Van Pelt, que de fato, não funciona, não dá liga. É uma questão de tempo o fim!

12 "Bleeding Heart" 21 janeiro 22 fevereiro
Quanta imaginação para nada. Tosco demais esse episódio, a tentativa de trabalhar duas histórias que ao final se entrecruzam foi péssimo, de chorar de ruim.
Nem tenho mais a comentar, afinal coisa ruim a gente só quer esquecer.



DiNovo: Jane ensarnando a prefeita, a mulher consegue ser mais chata que ele!!!!
NuncaMais: Roteiros de Erika Green!!!
13 "Redline" 04 fevereiro 08 março
Mais um episódio ruim. Uma daquelas histórias inverossímeis até no mundo de Bob.
Assassino, motivo e método, tudo uma grande falácia. Quando a gente pensa que não pode ficar ruim, eles sempre conseguem piorar.

DiNovo: Baker e uma Ferrari superrrr charmoso !!!
NuncaMais: Eu quero assistir Mentalista.
14 "Blood In, Blood Out" 11 fevereiro 22 março
Na tentativa de sair da mesmice da série, esse episódio realocou seu enfoque ao retratar o passado do silencioso, justo e muito charmoso, Agente Kimball Cho. Ressalto aqui que tentativa similar já aconteceu nessa temporada ao abordarem o passado de Lisbon, em um dos melhores episódios da temporada.
No bolso de um corpo em Oakland, um celular com chamadas perdidas para o telefone do Agente Cho. Com a identificação da vítima, o passado meliante de Cho vem à tona.
Teríamos uma nova fórmula se estruturando? A complexidade da investigação do caso e a lógica entendível aplicada parecem inserir novos conceitos a série.
A entrada da nova chefe Hightower, a quebra na relação Rigsby/Van Pelt - ainda bem, obrigam a série a expandir seus horizontes. A inovação não me agradou, um episódio mais monótono e truncado, talvez sejam os ossos de se improvisar na tentativa de inovar.
Se a idéia realmente é manter a série por outras temporadas esse é o caminho a seguir. Se não há nenhuma intenção de se revelar a identidade de Red John nessa temporada, não se pode viver apenas episódios mornos e enrolação, é preciso trazer novas histórias à trama.

DiNovo: nada.
NuncaMais: O que fazia a esposa de Cho no Distrito?
15 "Red Herring" 04 março 05 abril
Uma superficial abordagem a questão do alcoolismo, como é tudo em The Mentalist. Quando não se tem sobre o que falar se enfoca nas personagens, quando a investigação ocupa todos os minutos do episódio, eles são apenas meios para um fim.
Instabilidade seria a palavra mais exata para descrever o que tem sido a série nessa segunda temporada, e a despeito do que a audiência mostre, é preciso consolidar uma linha para que ela tenha um rumo a seguir e não se apóie tanto em Simon Baker, que apesar de ser o protagonista não é o único ator da série.

DiNovo: Conflitos de Lisbon, sempre interessantes.
Nuncamais: Resumindo em uma frase, "a vingança é um prato que se come frio".
16 "Code Red" 11 março 12 abril
Máscaras apostas, há um vírus a solta e estamos todos em risco. Ameaça biológica, o fantasma americano. Nada de novo, investigação tradicional com uns trambiques de Jane, continuamos no marasmo da série (bocejo).
A comentar apenas o excesso de cenas fortes, a mulher morrendo pela webcam diante da filha...tétrico...estamos perdendo o fio da miada.
Fora isso só a cena na qual Jane revela seu estratagema, memorável.



DiNovo: Cena do caboclo sendo pego pelo cano – irônica!
17 "The Red Box" 01 abril 19 abril
Todos sob rédeas curtas, nova chefe está na área. Madeleine Hightower – herdada da Loucademia de Polícia - já chega causando e coloca o pescoço de Lisbon nas mãos de Jane (coitada!).
Novidade no ar, os roteiristas parecem ter acordado para a necessidade de se criar tramas paralelas. A relação de Rigsby e Van Pelt, o passado de Jane, o crime, a situação de Lisbon, a nova chefe... tudo isso entrelaçado e abordado num único capítulo.
Positivo e atípico. Mas ainda é fato que a série não consegue sair da obviedade, talvez seja porque os holofotes estejam sempre voltados em Jane e não na complexidade do crime em si. Também é fato, que a dupla entre Simon Baker e Robin Tunney ainda tem muito a oferecer.
O caso em si, não exigiu muita astúcia do nosso mestre loiro, mas isso não importa, basta ele e sua folga desfilando pelo vídeo para agradar a gregos e até troianos.
Para àqueles que como eu, esperam com ansiedade pela iminente captura de Red John, melhor colocar as barbas de molho, segundo o criador da série: Bruno Heller, isso é uma busca de uma vida inteira, ou melhor de uma série inteira..... tédio!!!

DiNovo: Lisbon e Jane isso sim é talento e química juntos, vamos explorar mais a dobradinha.
NuncaMais: Rigsby e Van Pelt não há química, ele é muito bobo e ela é muito chata!
18 "Aingavite Baa" 08 abril 26 abril
Ainda não decidi se a qualidade do capítulo pode ser avaliada entre muito ruim ou relativamente boa. Digo isso, porque dessa vez a história foi mais complexa e densa, com reviravoltas pouco características da série. A intenção foi boa, mas o resultado muito fraco, o que tivemos foi um episódio lento, cansativo, chato eu diria.
Muito alarde para pouca coisa, mas pelo menos alguém está se mexendo porque do jeito que estava não dava para ficar.
Vamos esperar pelo próximo, seria esse apenas mais um tiro no escuro ou uma tentativa séria e embasada de melhoria?
Wait our next episode.



DiNovo: A estratégia de Jane dessa vez foi imbatível.
NuncaMais: ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ !!!!
19 "Blood Money" 22 abril 03 maio
Com a ajuda do treinador estamos confiantes. E a série começa a melhorar, dessa vez a história cheia de reviravoltas funcionou e foi um sucesso. A parceria Lisbon e Jane em sua melhor forma, deixa tudo com uma leveza cativante.
Adoreiiiii!!! E vamos que vamos, que o campeonato continua...



DiNovo: O diálogo entre Jane e Lisbon no container – queru maissssssssss !!!!!
NuncaMais: Juíz ladrão porrada é solução.
20 "Red All Over" 29 abril 10 maio
Iniciantes, pecamos pelo excesso. Numa trama mais consistente, Patrick Jane esbanja charme e inteligência. Agora com toda a equipe da CBI como cúmplices.
A fórmula começa a se estruturar, enredar mais de uma história à investigação e decidir qual das linhas será responsável pelo crime. Interessante, se bem utilizado dá ao episódio um ritmo acelerado.
A narrativa em si foi muito boa, tanto pelos significados implícitos nos diálogos, como nos comportamentos apresentados. Uma carga de importância maior está sendo dada à estruturação de cada personagem, o que agrega valor no contexto da obra.
Apesar da resolução ter me lembrado old times, não posso dizer que não gostei, porque dessa vez, tivemos mais momentos interessantes, hilários e leves, do que puro charlatanismo – como diria Padre Quevedo !!!!



DiNovo: Jane com orgulho de Lisbon, gracinha !!!!
NuncaMais: Achei mal utilizada a aparição de Stiles na série, mas acho bem provável um reaproveitamento futuro.
21 "18-5-4" 06 maio 17 maio
Em um episódio muito bom, o assassino da vez se apropria da aversão da vítima a palhaços para enredá-lo em sua trama.
Um enredo muito bem elaborado, com direito a viés emocional e tudo. Temos Patrick no melhor de sua forma, usando e abusando da sua inteligência, visão analítica e claro, sua psicologia não tão barata em suas jogadas de xadrez para lá de charmosas.
Portador da Coulrofobia/Clownphobia, a nossa vítima, um impressionante e falido gênio, acaba se envolvendo em um plano secreto para a criação de uma máquina poderosíssima, um decodificador universal. Enredo de filme de conspiração a parte, o pitoresco do capítulo foi Jane tendo uma deliciosa conversa a respeito dos senhores intergalácticos, com um suposto suspeito do crime. Indivíduo ele, surpreendente, que agita o episódio com suas fugas mirabolantes.
No final, apesar de tanta docilidade e inteligência que esse episódio me proporcionou o motivo do crime foi torpe e fútil, dinheiro.
Dessa vez, para a resolução do caso, não foi necessária nenhuma "maracutaia Janeana", tudo foi simples dedução e investigação. Apesar do final não tão surpreendente como prometia, o capítulo não perdeu seu brilho, que a despeito disso tudo, contou uma trama muito interessante.
Ah, para quem espera Red John, é melhor deitar e esperar !!! Ele deverá aparecer só no último capítulo mas acho difícil alguma coisa muito reveladora...



DiNovo: A manutenção do jogo de xadrez durante todo o episódio.
NuncaMais: Esse final Law and Order.
22 "Red Letter" 13 maio 24 maio
Consultora da polícia local, durante a investigação do assassinato de um ativista Hector Brava dos Direitos Humanos em uma convenção, a médium Kristina Frye retorna para aparentemente reacender a chama do amor no coração de Jane.
Tráfico humano, mentiras tudo gira em torno dos segredos mórbidos de cada um. Num bem elaborado enredo, no fim descobriu que tal Brava havia tido uma filha fora do casamento que ocasionou a criação de uma intriga de sexo, mentiras e videotape, que culminou em sua morte.
E como não podia de ser, com dois médiuns no pedaço, a resolução do caso se deu em sessão espírita. Reforçando ainda mais o laço que parece estar prestes a acontecer. Ainda mais com esse comportamento pontuador incessante de Kristina construindo situações que deixam Jane desarmado e o alfinetando sem parar. Esse embate psicólogico entre eles foi o diferencial do capítulo, mais consistente que os anteriores.

DiNovo: "Psicanalistas são doenças que se apresentam como cura. E no topo disso você acrescenta fantasmas". (Patrick Jane)
NuncaMais: Tráfico de humanos.
23 "Red Sky in the Morning" 20 maio 31 maio

TIGER, tiger, burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Could frame thy fearful symmetry?

(William Blake. 1757–1827)

Com essas linhas a segunda temporada de The Mentalist nos deixa a esperar os navios. Num capítulo interessante, porém ainda com limitações que já se tornaram características da série, temos de relevante a incrível interpretação de Simon Baker e o reaparecimento de Red John.
Nesse episódio, um caso digno de filme de terror B adolescente, nada que agregue a trama ou sirva como diferencial, a não ser o referencial Dexteriano. Em paralelo, ficou ainda mais claro o envolvimento emocional de Jane começa por Kristina.
Para aqueles ledos fãs que realmente achavam que nessa temporada algo seria definido sobre a identidade do assassino vermelho a decepção foi grande, mas confesso que isso era previsível.
Sendo o único gancho consistente da série, desvendar a história de Red John reduziria drasticamente o tempo ativo da série, que apesar de suas limitações de enredo tem agradado o público. Parte desse sucesso, responsabilidade da dupla de protagonistas Lisbon e Jane, que conseguem ter uma troca e química indiscutíveis, sendo sem sombra de dúvidas: o real diferencial da série
A despeito do que digam os fãs frustrados, eu me interessei mais em ver a terceira temporada após o último capítulo se considerasse a temporada como um todo, repleta de episódios muito fracos e outros mais consistentes.


Em tempo:

Meus queridos profileres de Criminal Minds e os psicólogos de plantão que me desculpem, mas me permito aqui tentar montar um perfil de Red Jonh. Sabemos até então que o intuito dele não é matar Jane. E sim deixá-lo vivendo, penando, sofrendo todas as angústias, falhas e culpas consequentes do assassinato de sua família – sensações até então desconhecidas para ele, que como já sabemos, sempre foi muito senhor de si e arrogante.
Deixá-lo paranóico e obcecado pela busca de vingança é seu maior deleite. Red John é alguém do passado pessoal ou profissional de Jane, que também quer vingança, vingança pela incapacidade e sofrimento do qual foi acometido por alguma perda passada, seja emocional ou até mesmo física, que sua projeção responsabiliza Jane. Seu reaparecimento, acrescido do monológo que se seguiu, só reforça tais conclusões.
Quanto à Kristina, me parece mais uma cúmplice do que uma vítima. Por que ela não foi morta? Seria simples para Red John, mas fazê-lo apenas aumentaria a sede de vingança de Jane, menor consequência do que enterrá-lo na culpa e a na incessante busca de resgatá-la.
Se eu estou certa ou não, o tempo dirá. A espera da terceira temporada de The Mentalist, mas ainda tem chão.



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