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Atualizado em: 05/05/2010 |
A segunda temporada de The Mentalist contém 23 episódios.
| # | Título: | Exibição original (EUA): |
No Brasil: | |
| 01 | "Redemption" | 24 setembro | 26 outubro | |
| O primeiro episódio da segunda temporada da Série “The Mentalist”, finalmente saiu. A espera de quase três meses foi recompensada. Ao que parece, essa Nova Temporada promete!!! Patrick Jane continua como sempre, seguro de si, manipulador, insistente, e com um só objetivo descobrir: quem é o culpado. Ele tem prazer em fazer isso, e é isso é o diferencial da série. A equipe de Lisbon foi afastada do caso do Red John, e é claro que o Patrick foi responsabilizado por isso. A dupla Lisbon e Patrick já começam em total sincronia. Patrick faz charme e ameaça deixar a equipe, mas a verdade é que o trabalho é tudo que restou. Será que a equipe conseguirá resolver os casos sem ele? Os admiradores de “The Mentalist” fiquem atentos, a nova temporada está no ar. |
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| Com seus "dotes psíquicos" mais que afiados, Patrick Jane volta para terminar o que deixou em aberto. Com um início muito similar ao da temporada passada, o capítulo que poderia ser melhor intitulado de "Do you know Miles Thorsen?", mostra um personagem mais maduro, quase amargo, e menos dado a efeitos pirotécnicos. A narrativa voltou mais sólida, coerente e menos fantasiosa com pitadas de ironia e comédia que só podiam vir da mente frenética do nosso Mentalista. Uma temporada que promete ser interessante, mas fica a pergunta: o que será feito do tal caso Red John, resolvê-lo não seria o primeiro indício do final da série ou quem sabe o início de uma reviravolta de uma série sem muitas expectativas, mas que obteve um sucesso inesperado? |
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| 02 | "The Scarlet Letter" | 01 outubro | 02 novembro | |
| Com uma abertura nova, em pleno segundo episódio da temporada - alguém me explica isso-, The Mentalist traz outro episódio de qualidade. Muito bem estruturado, apesar do enredo clichê (a história da assistente de Senadora assassinada e amante de alguém do alto escalão), a resolução do caso foi de quebrar a cabeça, mas confesso que pela primeira vez consegui juntar todas as pistas e percepções de Patrick antes dele elucidar o caso – acho que meus neurônios resolveram funcionar –; fiquei exultante. Só para não variar, foi uma atuação sobrenatural (não é um trocadilho) do nosso protagonista. Sua cabeça é uma máquina caótica de idéias e resolução de casos. Lisbon continua fazendo sempre as mesmas perguntas, apesar de já ser possível perceber em seu comportamento as influências de Patrick Jane. Os personagens "periféricos" começam a ganhar mais espaço na trama, o que prenuncia uma longa vida a história de Patrick em busca de sua vingança. Falando nisso, o caso de Red John realmente não é mais da conta da equipe de Lisbon, mas Patrick não deixa barato e usa de suas artimanhas para se manter informado.Duas coisas ainda me causam dúvidas: qual o objetivo de mostrar a cena de Lisbon no aconselhamento psicológico? Viriam daí revelações interessantes para costurar outros enredos à trama principal? E por que o nome do capítulo é "The Scarlet Letter"? Eu não era muito fã , mas confesso que a cada novo episódio estou sendo seduzida pela inteligência e criatividade que passam longe do fantasismo apresentado na primeira temporada. A cena da confissão do morto – a mais bizarra que já vi – foi imbatível, me conquistou. Agora é esperar "Red Badge" – sempre o vermelho. Dinovo: Elvis não morreu, continua vivo sob o sofá de Patrick. Nuncamais: A maquiagem da Van Pelt forçada. |
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| O segundo episódio de "O Mentalista", veio recheado de novidades. A primeira delas é a abertura que está de cara nova, se bem, que prefiro a antiga. "The Scarlet Letter" trouxe como novidade ao enredo de praxe, a atuação de uma personagem que teve o objetivo de prejudicar a investigação, mas teve sua tentativa frustada e foi desmascarado, acabando morto, claro, graças a perspicácia Dele - Patrick Jane. O desfecho traz a cena mais impressionante do espisódio, o uso de um defunto para promover a confissão da culpada pelo crime. |
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| 03 | "Red Badge" | 08 outubro | 09 novembro | |
| Melhor episódio da série até agora, "Red Badge" se diferencia dos outros porque foge do comum. Não centraliza a trama em Jane, se transfere para Lisbon, e seu passado; questões que já vinham sendo citadas nos capítulos anteriores. A investigação trata do assassinato de um pedófilo preso por Lisbon quando ainda era apenas uma policial iniciante. Seus sinais de desequilibro mental somado a suspeita de um pai pedófilo e a reprovação no Polígrafo tendem a balança da culpa para o lado da agente. Muito bem costurada e com um final surpreendente, a trama coloca Lisbon no centro de uma conspiração que objetiva a sua desmoralização como agente da lei. Enredo bem construído, confesso que esperava que o passado dela fosse melhor explorado. A série em maior parte dos capítulos parece estagnada, sem uma linha de história forte, se segurando apenas em capítulos únicos e cada vez menos inteligentes, salvo este, raridade. O que será feito do caso de Red John? A única tentativa de criar uma "storyline" entre os episódios?
Dinovo: Interpretação de Tunney no capítulo é preciosa. Nuncamais: Capítulo sem ressalvas. |
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| 04 | "Red Menace" | 15 outubro | 16 novembro | |
| Fórmula definida: crime + principal suspeito + evidências + farsa tramada por Jane + ingenuidade = resolução do caso + frustração do telespectador. É isso aí, de mais de 25 capítulos, salvam uns três, no resto é mais ou menos isso. Onde está a história? Os dados? E as reais evidências? Quero ver pistas concretas, explicações, lógica. Chega de adivinhações armações e obviedades! No começo, confesso que até fiquei entusiasmada quando comecei a descobrir quem era o culpado antes do desfecho do episódio, agora percebo que isso era indício de REPETIÇÃO. Em “Red Menace” essa fórmula ultrapassou o limite: a resolução do assassinato do advogado “colarinho branco” foi possível graças à confissão do suspeito arrependido? Faltou só o confessionário e o padre – aff! Apesar das histórias serem bem construídas e os diálogos bem cuidados a série começa a se perder entre o que ela queria ser, e no que vai virar. Uma coisa chamou minha atenção, não entendi o comportamento vingativo de Patrick no final do capítulo, nenhum padrão nisso, mas qual será realmente o padrão Jane? Seus reais interesses e intenções?
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| 05 | "Red Scare" | 29 outubro | 23 novembro | |
| De policiais a enganadores com porte de arma. A quem diga que o ambiente influencia diretamente o comportamento dos indivíduos. The Mentalist é prova concreta disso. Após quase uma temporada e meia na convivência de Jane, a equipe da CBI começa a se corromper e fazer uso dos estratagemas de Patrick antes tão criticados e reprovados pela Chefe Teresa "Quadradinha" Lisbon. No quinto capítulo da temporada a equipe investiga um assassinato ou suicídio em uma casa supostamente assombrada. Crendice, folclore ou fantasia, não há ilusão que o método de investigação Jane não mande pelo ralo. Só que dessa vez, ele contou com a aprovação e atuação de Lisbon que pelo visto pegou gosto pela coisa. O amor está no ar, Rigby se declara e Van Pelt não foge da raia, vamos ver se tem futuro. Acho difícil, há pouca química entre o casal, apesar da atuação sempre impecável de Owain Yeoman. Red John anda sumido no mapa, talvez matutando seu próximo crime que, desconfio, será contra Bosco. Tudo indica que Red John é homem, certo? Mas e se ele fosse uma mulher?
Dinovo: Bem bolado entre Jane e Lisbon, sobra cara de pau. Nuncamais: Capítulo com enredo clichê saído de um livro de Agatha Christie, a culpa só não foi do mordomo porque não havia um. |
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| 06 | "Black Gold and Red Blood" | 05 novembro | 30 novembro | |
Comentários em breve.
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| 07 | "Red Bulls" | 12 novembro | 07 dezembro | |
Comentários em breve.
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| 08 | "His Red Right Hand" | 19 novembro | 14 dezembro | |
| Red John toca o horror, seu retorno trouxe vida e morte ao oitavo episódio. Foram corpos para todos os lados, num total de seis. A equipe de Bosco foi cruelmente executada, mas Bosco sobrevive "mais" que os outros e protagoniza uma das melhores cenas da série. Havia uma agente dupla dentro da CBI - "uma mão direita sangrenta" - responsável pelo assassinato dos agentes e o roubo do corpo que continha o DNA de Red John, a secretária de Bosco: Rebecca. O fato é que o previsível aconteceu e eu continuo a afirmar que Red John deve ser de dentro da polícia ou ter algum cargo no alto escalão. Somente alguém com tamanha influência poderia interferir e se infiltrar em tantos níveis de uma investigação. A verdade é só uma: essa trama deverá ser muito bem costurada, pois dela depende o futuro da série que se apóia em apenas um personagem, que não é seu protagonista – Patrick Jane – e sim Red John, um personagem sem face.
Dinovo: "We go into dark, horrible places, alone and afraid, and we do it with no money, with broken-down vehicles and with computers that have more viruses than a $10 whore." – discurso impecável de Minelli na despedida de Gregory Itzin da série. Nuncamais: "Eu tenho medo" do excesso de hiper dooper saídas espetaculares, queima de arquivos e assassinatos super mirabolantes de Red John – apesar dessa vida louca vida, alguma coerência ainda é necessária. |
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| 09 | "A Price Above Rubies" | 10 dezembro | 11 janeiro | |
| Após o frenesi do episódio anterior, The Mentalist volta de ressaca e com sua antiga fórmula do crime+arapucas de Jane=prisão. De volta a mesmice, a equipe investiga um roubo com tentativa de homicídio em uma famosa joalheria. História razoável, monótona, nada envolvente, um dos episódios mais fracos de uma temporada que já passou da linha do "deixar a desejar". Novamente, Jane fez um trambique muito do picareta e o bandido ganancioso, arrogante e burro se denunciou. Não há muito a se falar, nenhum raciocínio espantoso, nem nada muito relevante para história principal, apenas uma certa leveza que bruscamente se opôs ao episódio anterior. Continua a interrogação sobre o futuro da série. A cada episódio fica mais claro que a fórmula dos episódios não se sustenta e que ainda salva a série é o mistério de Red John, que em algum momento terá que ser desvendado. É preciso realizar mudanças, adicionar outro viés à trama, de modo a evitar que todo o talento desse elenco não fique no ar apenas duas temporadas.
Dinovo: Jane se passando por marido de Lisbon na Clínica de Reabilitação – muito bom ! Nuncamais: é preciso rever o conceito ! |
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| 10 | "Throwing Fire" | 17 dezembro | 18 janeiro | |
| O passado de Jane, o desconhecido que aponta para luz. Do resto o mundo do beisebol e das falsificações. A inteligência de Jane é a única coisa que de fato se sobressai, além é claro de seu topete loiro. Talvez as revelações sobre o passado de Jane e sua figura paterna tenham outros desdobramentos nos próximos capítulos – quem sabe não seria em certo sentido a explicação da identidade de Red John? DiNovo: Eu quero uma bola de beisebol mágica. NuncaMais: Personagens mais densos, ainda há uma esperança. |
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| 11 | "Rose-Colored Glasses" | 14 janeiro | 08 fevereiro | |
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| 12 | "Bleeding Heart" | 21 janeiro | 22 fevereiro | |
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| 13 | "Redline" | 04 fevereiro | 08 março | |
| 14 | "Blood In, Blood Out" | 11 fevereiro | 22 março | |
| 15 | "Red Herring" | 04 março | 05 abril | |
| Uma superficial abordagem a questão do alcoolismo, como é tudo em The Mentalist. Quando não se tem sobre o que falar se enfoca nas personagens, quando a investigação ocupa todos os minutos do episódio, eles são apenas meios para um fim. Instabilidade seria a palavra mais exata para descrever o que tem sido a série nessa segunda temporada, e a despeito do que a audiência mostre, é preciso consolidar uma linha para que ela tenha um rumo a seguir e não se apóie tanto em Simon Baker, que apesar de ser o protagonista não é o único ator da série. DiNovo: Conflitos de Lisbon, sempre interessantes. Nuncamais: Resumindo em uma frase, "a vingança é um prato que se come frio". |
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| 16 | "Code Red" | 11 março | 12 abril | |
| Máscaras apostas, há um vírus a solta e estamos todos em risco. Ameaça biológica, o fantasma americano. Nada de novo, investigação tradicional com uns trambiques de Jane, continuamos no marasmo da série (bocejo). A comentar apenas o excesso de cenas fortes, a mulher morrendo pela webcam diante da filha...tétrico...estamos perdendo o fio da miada. Fora isso só a cena na qual Jane revela seu estratagema, memorável.
DiNovo: Cena do caboclo sendo pego pelo cano – irônica! |
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| 17 | "The Red Box" | 01 abril | 19 abril | |
| Todos sob rédeas curtas, nova chefe está na área. Madeleine Hightower – herdada da Loucademia de Polícia - já chega causando e coloca o pescoço de Lisbon nas mãos de Jane (coitada!). Novidade no ar, os roteiristas parecem ter acordado para a necessidade de se criar tramas paralelas. A relação de Rigsby e Van Pelt, o passado de Jane, o crime, a situação de Lisbon, a nova chefe... tudo isso entrelaçado e abordado num único capítulo. Positivo e atípico. Mas ainda é fato que a série não consegue sair da obviedade, talvez seja porque os holofotes estejam sempre voltados em Jane e não na complexidade do crime em si. Também é fato, que a dupla entre Simon Baker e Robin Tunney ainda tem muito a oferecer. O caso em si, não exigiu muita astúcia do nosso mestre loiro, mas isso não importa, basta ele e sua folga desfilando pelo vídeo para agradar a gregos e até troianos. Para àqueles que como eu, esperam com ansiedade pela iminente captura de Red John, melhor colocar as barbas de molho, segundo o criador da série: Bruno Heller, isso é uma busca de uma vida inteira, ou melhor de uma série inteira..... tédio!!! DiNovo: Lisbon e Jane isso sim é talento e química juntos, vamos explorar mais a dobradinha. NuncaMais: Rigsby e Van Pelt não há química, ele é muito bobo e ela é muito chata! |
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| 18 | "Aingavite Baa" | 08 abril | 26 abril | |
| Ainda não decidi se a qualidade do capítulo pode ser avaliada entre muito ruim ou relativamente boa. Digo isso, porque dessa vez a história foi mais complexa e densa, com reviravoltas pouco características da série. A intenção foi boa, mas o resultado muito fraco, o que tivemos foi um episódio lento, cansativo, chato eu diria. Muito alarde para pouca coisa, mas pelo menos alguém está se mexendo porque do jeito que estava não dava para ficar. Vamos esperar pelo próximo, seria esse apenas mais um tiro no escuro ou uma tentativa séria e embasada de melhoria? Wait our next episode.
DiNovo: A estratégia de Jane dessa vez foi imbatível. NuncaMais: ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ !!!! |
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| 19 | "Blood Money" | 22 abril | 03 maio | |
| Com a ajuda do treinador estamos confiantes. E a série começa a melhorar, dessa vez a história cheia de reviravoltas funcionou e foi um sucesso. A parceria Lisbon e Jane em sua melhor forma, deixa tudo com uma leveza cativante. Adoreiiiii!!! E vamos que vamos, que o campeonato continua...
DiNovo: O diálogo entre Jane e Lisbon no container – queru maissssssssss !!!!! NuncaMais: Juíz ladrão porrada é solução. |
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| 20 | "Red All Over" | 29 abril | 10 maio | |
| Iniciantes, pecamos pelo excesso. Numa trama mais consistente, Patrick Jane esbanja charme e inteligência. Agora com toda a equipe da CBI como cúmplices. A fórmula começa a se estruturar, enredar mais de uma história à investigação e decidir qual das linhas será responsável pelo crime. Interessante, se bem utilizado dá ao episódio um ritmo acelerado. A narrativa em si foi muito boa, tanto pelos significados implícitos nos diálogos, como nos comportamentos apresentados. Uma carga de importância maior está sendo dada à estruturação de cada personagem, o que agrega valor no contexto da obra. Apesar da resolução ter me lembrado old times, não posso dizer que não gostei, porque dessa vez, tivemos mais momentos interessantes, hilários e leves, do que puro charlatanismo – como diria Padre Quevedo !!!!
DiNovo: Jane com orgulho de Lisbon, gracinha !!!! NuncaMais: Achei mal utilizada a aparição de Stiles na série, mas acho bem provável um reaproveitamento futuro. |
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| 21 | "18-5-4" | 06 maio | 17 maio | |
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| 22 | "Red Letter" | 13 maio | 24 maio | |
| 23 | "Red Sky in the Morning" | 20 maio | 31 maio | |
Season finale.
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