Uma barata. Sobre outra, e sobre outra, e sobre outra, e sobra outra. Vendida. Barata oferta, por colação coletiva, por coloração individual; para aprovação e dedetização, defectiva. De barata oferta a expectativa, espere-se sempre execução; nada de cor eletiva; se sou uma barata, cliente sempre retaliação. E que sobra de vendido? Espiar pelo buraco do tecido, vencer da troca o período? Entremedos e aspiração está o buraco pelo qual me esqueiro, besouro inflamado, bezerro de imolação. Imolar é o dom do dono, aquele de pouco a preço de que se falava Dantes, o comprador alheio e que de Inferno e Terra teve o caminho percorrido pelo barato representante apresentado à danação. O barato de ser do engodo avesso, e sair-se do fato nada ileso por conta de que o ou(t)ro sempre tem mais valia (Bom dia, Senhoria, se dizes sim não digo não). À pena que fosse de avestruz, pa(r)to ou dragão. Pelo menos não me reco(b)ria. Não sou cobra. Barata tem asa. Voa, então!.