Os 40 anos da fictícia chegada do homem na Lua. |
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Publicado em: 15/07/2009 |
Caro Camarada,
Sinto ser eu a lhe dizer tal verdade, mas a anos está sendo enganado. Talvez sua mulher não esteja saindo com o jardineiro, nem seu filho matando aulas da faculdade para servir de mula ao tráfico.
Mas quarenta anos completa esse mês outra mentira que insistimos em aceitar; enquanto você assistia a Janis no Woodstock, a conspiração lhe respirava ao cangote e você, muito aquém do seu estado mental comum, permitiu que tal falácia se estruturasse...
Jamais homem algum chegou à lua! A despeito do que é dito, essa é uma das maiores fraudes do século passado - obviamente, esse século já nos presenteou com muitas outras.
Senta que lá vem histórica.
Após a segunda guerra mundial, a Europa Ocidental, antes a dona do mundo, estava destroçada e destruída, e agora a sobrevivência de uma nação dependeria essencialmente de seu poderio científico e tecnológico, o que abriu caminho para que duas potências – aparentemente – opostas emergissem e reestruturassem a ordem política e mundial.
De um lado o Tio Sam, do outro os camaradas da URSS. Os puritanos yankees e tão defensores do mundo na última grande guerra importaram cientistas do Terceiro Reich – Werner Von Braun - camaradinhas do Tio do Bigode - àqueles que faziam experiências bizarras e desenvolviam armas de destruição, câmaras de gás e Cia LTDA.
A partir daí, começou a velha história do mostra o seu que eu mostro o meu. A União Soviética largou na frente e foi pioneira no envio dos satélites Sputnik (1957), Sputnik 2 (1957). Depois foi a cachorrinha Laika que morou dez dias no espaço.
Os americanos reagiram e, depois de tentativas fracassadas enviaram o satélite Explorer (1958). Abre parênteses: vale dizer que o foguete de lançamento do Explorer era um míssil modificado pelo Tio Von Braun.
Mas a competição fica acirrada mesmo quando, em 1961, Yuri – O Gagari, vai aos céus pilotando a Vostok – não é vodka, é nave espacial mesmo – que flutuou durante 90 minutos na órbita da Terra.
Aí a coisa lascou. Acuado e sob pressão, o então presidente americano John Kennedy soltou o gogó e prometeu aos seus cidadãos que, em menos de uma década, um astronauta americano estaria na lua – promessas, promessas, apenas promessas.
Agora façamos uma matemática básica: um país que malemal conseguiu enviar um satélite para fora da órbita terrestre conseguiria, num prazo de apenas 10 anos, desenvolver tecnologia nunca dantes vista e ser capaz de mandar não um, mas três homens ao espaço?
Os céticos de plantão irão dizer que há comprovações legítimas e físicas do acontecimento. Inclusive que filmagens foram feitas e transmissões de áudio e vídeo em tempo real - coisa que nem hoje em dia é factível. Como será que o filme fotográfico, e principalmente um ser humano, sobreviveria na lua com uma temperatura que varia de -110 C a +110 C?
Na foto abaixo é possível perceber a quantidade de sombras em direções distintas. Não precisa de nenhum brilhantismo físico para constatar que uma vez sendo o sol a única fonte de luz no espaço, como poderiam existir sombras em direções diversas, e até opostas?
E as estrelas, camarada? Pois é, malditos os conspiradores que acabaram com as estrelas dos enamorados...
Existem mais de 20 evidências concretas de que quem pisou na lua mesmo foi o cineasta Stanley Kubrick... Isso mesmo, resgate seu queixo do chão e elocubre comigo.
Na mesma época, para usar de precisão, um ano antes, o então novato diretor Stanley Kubrick lançou seu filme 2001 – uma Odisséia no Espaço, que revolucionou o gênero e utilizou de recursos especiais jamais vistos. A NASA, muito da esperta, utilizou o conhecimento do diretor para filmar uma versão quase "home made" da ida do homem à lua – oferecendo ao pródigo Kubrick um patrocínio vitalício. No detalhe da foto perceba um rosto muito semelhante ao do diretor.
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Ainda não convencido? Está na hora de apelar, vai aí a minha preferida. A bandeirola yankee tremulando na ausência de atmosfera da Lua – será que o astronauta está assoprando?
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Outro questionamento? Depois das seis "supostas" viagens do homem à Lua durante o governo do ilibado e impeachtmado Nixon, nunca mais os americanos nem qualquer outra nação pisou em solo lunar, por que será? – se bem que, como diria Gilberto Gil, o Haiti é ali. A Lua também, lá no deserto de Nevada.
Isso aí, meu camarada, hora de atualizar seus conceitos e admitir que somos apenas bobos da corte de uma história que não vivemos, não testemunhamos e desconhecemos.
PS: Ah! Esqueci do melhor...Ainda há uma teoria, a que mais me convence, obviamente, que é a de que os astronautas até que chegaram bem perto da Lua, mas, ao serem cercados por naves alienígenas, voltaram rapidinho e, para que não se construísse o caos, mentiram ao mundo sobre a veracidade da presença alienígena e encenaram a novela mexicana "Três Patetas en la Luna".
Quanto ao jardineiro, é melhor ficar de olho.
Na psoríase passada:
Novus Ordo Seclorum
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