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White Collar: 1ª temporada

Guilherme.
Atualizado em: 07/03/2010


      A primeira temporada de White Collar deverá conter 14 episódios.
      White Collar já tem a segunda temporada encomendada.


#   Título: Exibição original
(EUA):
 
01 "Pilot" 23 outubro  
  Irresistível ladrão. Por que gostamos tanto de assistir os sujeitos que vivem burlando as leis da sociedade? Para a ficção (e não na vida real), estes personagens são um prato cheio: charmosos, simpáticos, conquistadores. A esperteza, a ironia e o bom humor dos golpistas nos desperta admiração. Foi assim em Golpe de Mestre, ou com Danny Ocean e a sua turma, e é assim também com Neal Caffrey (Matt Bomer). Desde a sequência de abertura com o personagem escapando da prisão de segurança máxima, Neal nos conquista com seu jeito safado e boa-pinta.



O episódio-piloto de White Collar é excelente do começo ao fim. É comum dizer que as narrativas 'de golpe' escondem muitas informações do espectador; este é pego de surpresa no decorrer da história (o golpe é também no público, diria alguém). Mas a série respeita o seu espectador: a trama é apresentada com naturalidade e sem saltos. A premissa se vale da relação do golpista Neal com o agente Peter Burke. O policial - especializado em crimes do colarinho branco - fica responsável por Neal: Burke foi quem colocou o golpista na cadeia pela primeira vez e é quem o captura também nesta fuga, mas através de um acordo especial coloca Neal para trabalhar nos casos do bureau. O primeiro trabalho da nova e incomum dupla envolve um falsificador de arte que Neal é capaz de identificar: o Holandês, artista não reconhecido por suas obras que deixa a sua assinatura nas falsificações. A narrativa é bem elaborada e sabe apresentar todos os elementos que fazem parte desse universo; a maneira como Neal entrega o holândes para os federais é um ótimo exemplo da esperteza dessa série. O episódio apresenta ainda 'o motivo na vida' de Neal: a garota que deixou de lhe fazer visitas na prisão. Qual será o motivo da sua partida? Será que a moça era parceira de Neal no amor e no crime? White Collar tem tudo para agradar; golpistas e justiceiros, bandido e mocinho, malandro e mané.
02 "Threads" 30 outubro  
  Não faz isso, meu coração não aguenta. Você pode ser charmoso, esperto, morar numa mansão, ter um guarda-roupas magnífico. Eu aceito. Agora, esse senso de humor é demais para mim. Neal Caffrey, que bom que você não existe.
O golpista dá um show de sabedoria e bom humor neste episódio ao montar uma emboscada para pegar o ladrão 'Fantasma', habilidoso criminoso que detém uma ferramenta de segurança da moeda européia. A história é uma mera desculpa para mostrar como pensa o golpista; a maneira de capturar o bandido é fazer Neal expôr a sua maneira de agir e antecipar aqueles que seriam os seus próximos passos.
Em vários momentos este episódio me lembrou bastante Castle, série que também coloca um ajudante ao lado da equipe policial, que mescla investigação e humor, em que toda a história é muito improvável, mas que se sustenta no charme dos atores. Nos dois casos, a dinâmica dos atores é tão boa - e parece que eles realmente se divertem gravando suas séries - que toda a experiência vale a pena.
E com vale! É impagável os momentos que Neal sugere dar uma festa para o 'Fantasma' e pede por um orçamento maior, fazendo Burke segurar o ânimo do golpista. A sua cara-de-pau, com um sorriso sacana de canto de boca, é irresistível: de cair na gargalhada, de se apaixonar ou simplesmente de se admirar. Neal Caffrey, você é o meu ladrão.
03 "Book of Hours" 06 novembro  
  Confiança ou fé? Será que Peter acreditou na palavra de Neal que não iria fugir com os 250 mil dólares ou o policial arriscou na sorte e deu uma chance para o golpista provar o seu caráter para a repartição? Em alguns momentos, achei que sim, que o envolvimento de Neal era cheio de segundas intenções. Mas há uma amizade sincera crescendo entre o falsificador e o agente; tão palpável e à flor da pele que mulher nenhuma, com qualquer fortuna, poderia corromper.
Até que encontre a sua donzela desaparecida - a moça da garrafa -, Neal será o fiel companheiro de Peter. O caso aqui envolve uma bíblia 'milagrosa' que pode valer uma pequena fortuna. O item roubado gera um assassinato que envolve máfias rivais e uma esperta historiadora, que reconhece Neal dos trabalhos de falsificação. Enquanto isso, Mozzie, o 'cara do laboratório' particular de Neal, parceiro no crime e na traçapa, tenta desvendar as pistas deixadas por Kate na garrafa de vinho, que podem indicar o seu destino e localização.
04 "Flip of the Coin" 13 novembro  
  Excelente episódio de White Collar, que dá mais tempo de tela para os personagens coadjuvantes da série. De Mozzie à Elizabeth, mulher de Peter, passando pela agente Lauren Cruz, os personagens secundários participam ativamente da trama, mostrando novas facetas de suas personalidades e ganhando nossa admiração. Mozzie possivelmente é o mais engraçado da turma; a maneira como o amigo de Neal sempre acordada assustado ("quero ver uma procuração" ou "você rabiscou o meu rosto") e tem os planos mais bizarros para resolver os casos ( atropelando o ladrão e dizendo "eu nunca estive aqui", enquanto toma um gole de champagne) são entregues na medida certa. Mozzie e Peter se encontram neste episódio pela primeira vez, e o agente simpatiza imediatamente com o criminoso. Como não simpatizar com Mozzie, não é mesmo? A mulher de Peter tem também os seus momentos neste episódio; pelo menos a conversa entre ela, Peter e Neal no departamento do FBI é engraçadíssima. Se eu fosse Peter, começaria a ficar preocupado com a aproximação de Elizabeth e Neal; vai dizer que a moça não joga um charme para o falsificador?! Abre os olhos, Peter! Por fim, até a agente Cruz, a personagem mais desinteressante da série, ganha um espaço respeitável ao lado de Neal; seja ajudando na emboscada contra os criminosos deste caso ou cortando as cantadas fajutas de Neal. O que o golpista viu na agente é um enigma para mim, mas que o cara tem realmente um magnetismo, isso é inquestionável.
05 "The Portrait" 20 novembro  
  Neal Caffrey dá uma de Robin Hood e quase volta para a cadeia; será que sua ética de trabalho (roubo) é tão diferente das regras da sociedade, a ponto de colocar a sua liberdade provisória em risco para defender a neta bastarda de um pintor famoso? Pela primeira vez, Neal realmente trai Peter; não fosse o ladrão do quadro fugir do FBI e ligar para Neal ameaçando-o, Neal não teria contado a verdade para Peter. Aliás, parte da verdade, já que Neal consegue no meio do caminho replicar a pintura e entregar para o dono de galeria inescrupuloso a falsificação.



Neal ainda segue as pistas de Kate (a garota da garrafa) e consegue falar com a moça no final do episódio. Kate parece estar nas mãos do sujeito do anel, que está atrás de um objeto que Neal roubou e escondeu antes de ir para a prisão. Ela informa Neal que este sujeito muito perigoso e que ela quer muito voltar para casa. Do jeito que Neal falava da moça, jurava que ele fosse entregar o ouro e salvar a sua donzela. O golpista coloca seu tesouro em primeiro lugar e se nega a coloborar com Kate; os objetos da 'coleção' são a sua única vantagem, diz Neal. Kate desliga o telefone e vai embora. E agora, qual será o próximo passo de Neal, dentro das duas milhas limites que ele pode percorrer?
06 "All In" 27 novembro  
  Narrativas envolvendo jogos de azar não me agradam. Pior ainda quando há o elemento 'roleta russa' no caminho. Mas com Neal Caffrey sentado na mesa de aposta, tudo fica melhor. A história de fato não é muito interessante e pouco acrescenta ao clichê sobre mafiosos de Chinatown. O que nos leva ao que é específico da série: a relação entre Peter e Neal, e a busca de Neal pela sua amada Kate.



A relação de Neal e Peter passa por uma nova provação quando o golpista esconde algumas informações do agente durante a operação em Chinatown. A discussão da relação com Elizabeth fazendo o meio-de-campo é hilariante; a esposa de Peter parece torcer para ver a dupla sempre unida (bromance puro!). Após os discusos melosos entre os dois cuecas, Neal se depara com novas informações sobre o paradeiro de Kate. A agente da Interpol que estava infiltrada com Neal no caso Chinatown revela que o 'cara do anel' (aquele que sequestrou Kate) trabalha para o FBI. Boom! Logo que escuta a informação, o nível de paranóia em Neal dispara e o golpista se vê rodeado de possibilidades e ameaças. Como ele vai lidar com este pequeno segredo dentro da corporação? Será que Moz tem alguma suspeita? Neal vai compartilhar a informação com Peter? Ou será que a agente da Interpol não estava apenas sacaneando com o FBI (mais uma vez)?
07 "Free Fall" 04 dezembro  
  Chocante. Fascinante. Hilariante. O caso do roubo de um raro diamante rosa do cofre de uma loja coloca Neal no topo daa lista de suspeitos, mas antes que possa provar sua inocência o golpista é posto de volta na prisão. Enquanto o FBI precisa lidar com a fiscalização interna, que investiga as possíveis ações irregulares dentro da agência; Neal monta um fabuloso esquema para fugir da prisão e tentar desvendar o caso. Além de Mozzie, Neal tem apenas mais uma pessoa ao seu lado: Peter? Não. Elizabeth! A aproximação de Neal com a esposa de Peter está cada vez mais divertida de assistir.



Com a ajuda de Elizabeth, Neal consegue falar direta e honestamente com Peter; revelando suas suspeitas sobre o agente Fowler (da investigação interna) e assumindo que está atrás de Kate e que alguém do FBI está vigiando sua donzela em perigo. Peter fica convencido da inocência de Neal, mas terá que descobrir o culpado pelo roubo da jóia para limpar a ficha do golpista. Não é lindo o relacionamento de Neal e Peter? Quando parece que tudo está resolvido - que Fowler é o bandido que implantou as provas contra Neal e que tem Kate em suas mãos -, eis que a trama nos surpreende com uma cena muito além do imaginável: é possível que Peter seja o sujeito do anel e Fowler esteja investigando as atividades de Peter? O episódio termina neste grande cliffhanger, deixando as dúvidas no ar e nossos queixos caídos. A sequência nos faz repensar o relacionamento do golpista e do agente; será tudo uma construção de Peter para ter Neal sempre ao seu lado? Kate é apenas uma forma de manipular Neal? Ou será que Peter realmente quer algum objeto de valor roubado por Neal? Que objeto seria este? Pior, talvez Peter queira assumir a vida de Neal, em um processo de inveja e de contínua perseguição? A relação dos dois fica cada vez mais doentia. Oba!
08 "Hard Sell" 19 janeiro  
  Convenceu? Não há dúvida de que Neal Caffrey enganaria qualquer pessoa. O cara é o tal. Mas e Peter? Será que os anos no departamento de crimes do 'colarinho branco', ou a sua implacável caça para capturar Neal, lhe trouxeram alguma experiência para trabalhar sob disfarce? Este é o motivo de tamanha tensão neste episódio, junto - claro! - com a grande pergunta: afinal, Peter é o sujeito-do-anel que pressiona Kate para que Neal entregue seus pertences roubados?



A série aposta que a amizade construída entre o golpista e o agente é mais forte; e responde a grande dúvida do episódio anterior com uma história de proteção e cumplicidade. Após a desconfiança de Neal sobre Peter - que quase entrega seus disfarces nesta operação -, a trama revela mais detalhes da investigação paralela que toma conta da corporação. Com a ajuda da sempre bela e compreensiva Elizabeth, os rapazes sentam para conversar e acertar seus ponteiros. Peter conta que encontrou Kate, mas apenas para proteger Neal de Fowler (será que ele é mesmo o grande inimigo?) e que não acredita nenhum pouco no sentimento de Kate por Neal (ciúmes?). Neal fica sabendo que Kate e Fowler estão atrás de uma caixa de música que supostamente ele teria roubado; na verdade, Neal não desmentiu o boato e levou a fama pelo roubo (fantástico!). Agora, depois de quase morrerem sufocados no cofre (vai dizer que você não pensou em respiração boca-a-boca?), Neal e Peter devem 'recuperar' a caixa de música e entregar para Fowler. Será que Peter vai ajudar Neal nesta operação de salvar Kate? Ou sua intenção é simplesmente incriminar Fowler? Apesar dessas dúvidas, está claro que os dois não vão mais separar, que os rapazes aprenderam a confiar um no outro. Quem disse que o amor - o bromance - não é lindo (acho que Kate e Elizabeth estão sobrando neste 'quadrado' amoroso)!?
09 "Bad Judgment" 26 janeiro  
  Neal e Peter estão cada vez mais próximos de incriminar Fowler por suas atividades ilegais na corporação e também pelo cerco contra o golpista e sua donzela Kate. Mas qual é o motivo que leva o sujeito a se arriscar tanto contra o esperto Neal e seu parceiro? A caixa de música é assim tão valiosa? Ou será que o objeto esconde outras informações? Talvez algum valor sentimental? Lembre-se que Fowler perdeu a esposa...



O jogo de gato e rato entre Neal / Peter e o malandro Fowler ganha contornos dramáticos quando Fowler tenta incriminar Peter com uma gravação de vídeo em que ele aceita (ou não nega) o suborno oferecido por uma juíza. Com a ajuda dos seus colegas no FBI, Peter precisa correr contra o tempo (processual) e capturar a juíza corrupta. Elizabeth se mete no meio do esquema e pede a ajuda de Neal e Mozzie para invalidar a prova contra o seu marido; um plano brilhante e muito divertido de assistir. Peter descobre ainda novos grampos dentro da sua casa e coloca Mozzie para fazer uma limpeza e desativar os equipamentos. Com estas pequenas participações, o sujeito entrega as melhores cenas do episódio (é muito bom o momento em que ele sugere que o cachorro seria a melhor opção para esconder um grampo). No final do episódio, Neal descobre uma nova pista deixada por Kate; um bilhete (um origami em forma de flor) sobre a lápide de seu pai. Bilhete este que Neal não compartilha com seus amigos, ou com nós espectadores. O que será que a moça escreveu para o golpista? Bom, mesmo que for um simples 'good-bye', Neal vai procurar significados escondidos que indiquem a localização da moça, não é mesmo? A série tem me surpreendido pela sua capacidade de divertir e de criar expectativas pela trama. É muito prazeroso acompanhar estes personagens e se manter antenado em suas aventuras.
10 "Vital Signs" 02 fevereiro  
  Veja só: Neal leva um caso para o FBI! Depois de roubar um distintivo da caixa de cereal no café da manhã da casa de Peter, Caffrey decide fazer justiça com suas próprias mãos... e à sua maneira! O caso mostra uma faceta nova na personalidade do golpista; sensibilizado pela dor de June - quem lhe deu um teto (chique) para morar - que teva a sua neta retirada da lista para receber a doação de um rim, Neal acredita que os valores humanos são mais importantes que dinheiro. Para tanto, decide investigar a organização 'Corações Abertos' (como diz, Moz: é um ótimo título para um filme de terror), que por trás da fachada benfeitora, esconde uma organização para encontrar um rim compátivel ao dono enfermo.



A inversão de papéis mais inacreditável, porém, acontece quando Melissa (a assistente do dono Powell) se interessa por Peter em vez de Neal. Como isso é possível? Nem Caffrey acredita! A história progride bem ao mostrar a reação de Elizabeth ao descobrir o disfarce do marido e o seu envolvimento com a moça (sem falar nas ótimas brincadeiras de Neal sobre a situação): quem diria que a cantada 'você parece estar com sede' funcionaria?! O excelente episódio rende ainda uma declaração emocionante de Neal para Peter, que quase nos leva às lágrimas. Foi sincero ou será que o golpista falou tudo aquilo para escapar de uma nova acusação, fazendo Peter cometer uma infração? Se Caffrey não estivesse tão dopado naquele momento, poderia dizer que era fingimento. Mas será que Caffrey confia mais em Peter do que no seu parceiro do crime Mozzie? Mesmo depois de Moz entrar com ele na clínica se fazendo de louco? Sem falar em Elizabeth, que já ajudou Neal a entrar escondido em casa quando o FBI estava na sua porta e que aqui cuida do golpista dopado com bolsas d'água. Realmente, todos gostam de Neal. E como não gostar desse divertido golpista de bom coração?
11 "Home Invasion" 09 fevereiro  
  É bom ver que a série está ampliando o seu universo. Conhecemos nesse episódio uma antiga parceira de Caffrey (e possivelmente amante do golpista), que pode lhe dar mais pistas do destino da caixa de música: Alexandra Hunter é a pessoa com quem Neal se corresponde através dos origamis (e não Kate como eu deduzi no episódio "Bad Judgment", julguei mal). De qualquer forma, a moça não fica nada contente em descobrir que Neal está trabalhando para o FBI, e oferece para o golpista a chance de ter a caixa de música apenas se ele largar o seu trabalho aos lado dos federais.



O que Alex não sabe é que Caffrey está bastante ligado à sua nova ocupação, e principalmente ao seu parceiro Peter Burke. Aqui, verificamos que apesar do forte laço de amizade que se formou entre o golpista e o agente do FBI, cada um precisa de seu próprio espaço; a convivência tem um limite e morar junto não é uma opção para a dupla. No caso apresentado neste episódio, os parceiros precisam capturar uma golpista que rouba e mata suas vítimas na busca por um conjunto de cinco peças preciosas do império chinês. No caminho, a dupla ainda tem lidar com uma possível vítima da golpista; um sujeito falador que se encanta pelo charme de Neal. Não há nada gay neste rico colecionador de peças históricas, mas o cara não consegue segurar seus impulsos em tentar chamar a atenção de Neal; ele simplesmente não resiste à tentação de aprender como Neal consegue puxar o seu chapéu com tanta classe. Quer saber a verdade? Se pudesse conhecer alguém como Neal, acho que me comportaria da mesma maneira.
12 "Bottlenecked" 23 fevereiro  
  Há quem odeie Caffrey neste mundo. Talvez o sentimento esteja velado, em um misto de inveja e rivalidade; mas Matthew Keller - o principal oponente de Neal na rede de golpes, falsificações e roubos - dá as caras neste episódio e faz a contraparte dessa relação. O 'Anti-Neal', ou o 'Neal-Bizarro' como sugere Peter, propõe uma aposta para o golpista mais charmoso da galáxia, mesmo sabendo que Caffrey está trabalhando para os federais. O objetivo é lucrar uma fortuna em um leilão especializado em vinhos através de uma garrafa falsificada. Enquanto Neal conta com a ajuda de Mozzie e dos federais, Keller tem apenas a experiência e a fama de não deixar rastros para ganhar a aposta, levar a bolada e fugir do país. Para Caffrey, é a oportunidade de provar seu valor no FBI; afinal, ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.



Para quem gosta de Neal - ou seja, o resto do mundo - este é um caso bastante maniqueísta, com um bandido bem definido e uma torcida declarada. No entanto, o episódio acerta ao tratar o vilão com respeito, mostrando sua esperteza em prever as ações de Neal e estando sempre a frente dos federais. Não podia ser por menos; afinal, Keller é o maior oponente de Caffrey! Este é um personagem que podemos ver mais vezes na série: o ladrão é cheio de personalidade e tira Neal do sério com suas provocações (principalmente sugerindo um caso com Kate, a donzela desaparecida de Caffrey). O bem pode ter prevalecido no final, mas "até quando"?! Neal propõe uma revanche, a melhor de três, com Keller. Aliás, será que Keller tem alguma pista sobre a caixa de música? O que Mozzie tem a dizer sobre este assunto?
13 "Front Man" 02 março  
  Neal Caffrey está em apuros com o fiasco da investigação comandada pela agente Rice, especialista em casos de sequestro. Caffrey é mantido refém por um grande rival, que usa o golpista como seu 'homem de frente'. Ora, o charme e a beleza de Caffrey ganharam o mundo, e até seus adversários sabem que a apresentação é alma do negócio.

Elizabeth: Nem tudo tem um significado secreto.

Peter fica mais do que nervoso com o rapto de seu parceiro; sendo incapaz de escutar as preocupações de sua esposa Elizabeth. O agente do FBI sabe que além de tentar solucionar o caso para os federais, Caffrey manteve contato com a morena Alex e continua com a idéia fixa de roubar a caixa de música.

Neal Caffrey: Você corre meio mundo atrás de alguma coisa quando ela esteve o tempo todo no seu jardim.

Quando Neal retorna ao departamento para religar a sua tornozeleira, Peter faz uma ameaça na tentativa de mantê-lo dentro da lei. Qual será a escolha do golpista? Como ele vai salvar a sua donzela em perigo?
14 "Out of the Box" 09 março  
   



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